A HISTÓRIA DA CRIATIVIDADE

“Conforme certos economistas, como Paul Romer (1994), o crescimento econômico do século XXI será baseado na criação de novos produtos e serviços, e nao em uma produção mais rápida ou menos dispendiosa de produtos já existentes. Em função disso, o estudo cientifico da CRIATIVIDADE pode oferecer uma contribuição teórica na elaboração de modelos econômicos…’’

Ou seja, a criatividade será a chave para a criação de um novo mundo.

Podemos definir o que é criatividade?

A criatividade é um elemento verificável cientificamente ou devemos aceitar que o fator místico prevalece? Há conexão da criatividade com a loucura?
Até que ponto a criatividade depende do…

  1. Nível elevado de inteligência – O famoso QI;
  2. Traços específicos de personalidade: Humor, emoções positivas, engajamento, relacionamentos sadios, sentido, realização;
  3. Natureza do contexto

A criatividade se mostra na qualidade das produções de suas obras ou no poder de diversidade destas mesmas obras?
Leonardo da Vinci, mais reconhecido pelas suas pinturas, também era um excelente e criativo anatomista, engenheiro, matemático, músico, arquiteto…

Curioso que a nossa sociedade no geral tenha valorizado somente uma habilidade deste artista.
Quantas habilidades você tem, que você nao reconhece criativamente?

“Quem pouco pensa, muito erra” – Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci, aparentemente, já sabia de algo, que até hoje ainda temos dificuldade de compreender e lidar.

Comecemos a primeira parte da biografia desta criança enigmática chamada CRIATIVIDADE, o misticismo por trás da fonte da Criatividade.

PARTE 1: O misticismo

Em textos gregos e judaico-cristão antigos temos a primeira discussão sobre o tema. Platão dizia que um poeta nao pode criar sem que a musa lhe inspire e deseje. O poeta, indivíduo extraordinário porque foi escolhido pelos deuses, exprime as ideias criativas que ele recebeu. A criatividade portanto nesta época era encarada como estritamente mística. Um sopro divino, nos ouvidos daqueles poucos escolhidos, que tinham como missão transformarem algo imaterial em algo concreto, material, tangível.

A questão é que muitos ainda a encaram como mística. Por que?

Beethoven explicava que, quando compunha, estava sob influencia de um ‘’espirito”’que lhe ditava a música. Rudyard Kipling (1937-1985), o escritor inglês, falava de um demônio familiar que vivia na sua caneta.

Há conexão da criatividade com a loucura?

A abordagem mística da visão da criatividade é frequentemente associada a um estado irracional de euforia, quase mania. Entidades – Estados que ainda vivemos, neste mundo cada vez mais complexo.

A inquietação, impaciência,e a falta de controle, são os principais elementos do bloqueio dos processos mais efetivos do pensamento, consequentemente dando margem para a crença de que a criatividade tem seu caráter místico como fator principal, ou seja, nao há como controlar, e/ou estimular o fluxo criativo.

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